A Áustria Que Poucos Brasileiros Conhecem – Eu sou viajante e te levo pela Áustria. Começo por Viena, cidade cheia de cultura e museus a céu aberto. Passeio pelo Hofburg e pela igreja de São Estêvão. Depois sigo para a charmosa Dürnstein às margens do Danúbio.
Visito o mosteiro de Melk e navego em um lago cristalino em Luzern. Paro em Mariazell e me encanto com a biblioteca barroca de Admont. Durmo perto de Mondsee e descubro Bad Ischl e Sankt Gilgen. Caminho por Hallstatt, cidade de conto de fadas e patrimônio.
Vejo o pôr do sol rumo a Salzburg, entro nas cavernas de gelo de Werfen, passo por Zell am See e pela represa de Kaprun, contemplo as quedas das Krimml, visito a magia da Swarovski e termino meu giro em Innsbruck, com suas esculturas de bronze e o panorama da batalha de Bergisel.
Principais Aprendizados
- A Áustria vai muito além de Viena, Salzburg e Innsbruck.
- Sugiro ficar ao menos três noites nas cidades maiores para aproveitar.
- Encantei-me com mosteiros e bibliotecas, como Melk e Admont, e com atrações do roteiro cultural (veja ideias em turismo cultural).
- Vivi paisagens incríveis: lagos, cachoeiras e estradas secundárias — ótimas para quem gosta de fotografar (dicas de fotografia de viagem).
- Adorei atrações únicas: mina de sal, caverna de gelo e Swarovski.
Viena
Comecei por Viena e senti que a cidade é um museu a céu aberto. Andei pelas ruas, vi palácios, igrejas e cafés. Parei no Schönbrunn e no Hofburg; fiquei impressionado com a história. A Stephansplatz e a igreja de São Estêvão com seu telhado de azulejos são imperdíveis. Recomendo ficar pelo menos três noites para sentir o ritmo da cidade.
Provei comidas típicas e senti o cheiro do café vienense. Há muitos museus e uma cena musical forte. Entrar em cafés antigos e provar sobremesas tradicionais faz parte da experiência. Para informações práticas e eventos locais, consulte as informações oficiais sobre Viena e atrações.
Lugares que recomendo:
- Schönbrunn
- Hofburg
- Stephansdom
- Museus e cafés tradicionais
Nota: Viena pede calma. Caminhar devagar rende mais.
Wachau, Dürnstein e o Mosteiro de Melk
Saí de Viena rumo à região do Wachau, cheia de vinhedos e vilarejos. Provei Grüner Veltliner e adorei as fachadas coloridas — uma ótima opção para quem planeja uma viagem para amantes de vinho. Em Dürnstein a vista do Rio Danúbio é de conto de fadas; caminhar pelas ruelas foi tranquilo.
O mosteiro de Melk é um grande achado: a igreja barroca e a biblioteca impressionam. Recomendo visitar com calma e ouvir as histórias do lugar. As estradas da região são ótimas para dirigir, com muitos mirantes para fotos. Para confirmar horários e preparar a visita, veja as informações oficiais sobre a Abadia de Melk.
Lago de Luzen e os Lagos do Interior
Conheci o lago de Luzen e fiz um passeio de barco. A água é cristalina e as montanhas ao redor tornam a cena muito bonita. No verão as pessoas nadam e passeiam de barco. Visitei cidades pequenas à beira do lago, experimentei comidas locais e aproveitei o clima calmo.
Atividades que fiz:
- Passeio de barco
- Caminhadas à beira do lago
- Provas de comidas locais
Para ideias de roteiros e organização, sigo princípios de roteiro bem planejado.
Mariazell e o Santuário Mariano
Fui até Mariazell, lugar de peregrinação com uma basílica bonita. Senti uma mistura de fé e história; o povo mantém as tradições com carinho. A cidade é bem cuidada e convida ao descanso. Vi peregrinos e festas locais que mostram a cultura forte do lugar.
“Mariazell me surpreendeu. A fé e a beleza andam juntas lá.”
Se quiser detalhes sobre bibliotecas e mosteiros próximos, veja também a visita à biblioteca barroca do mosteiro.
Admont e a Biblioteca Barroca
Encontrei um tesouro em Admont: a biblioteca do mosteiro. A sala principal, inaugurada em 1776, tem estantes altas e detalhes barrocos que parecem cenários de filme. A arquitetura e as esculturas merecem atenção. A visita traz um silêncio bom e muito respeito pelo lugar — um bom exemplo de pontos para incluir em roteiros de turismo cultural.
Mondsee, Bad Ischl e St. Gilgen
Usei Mondsee como base por algumas noites. A cidade é charmosa e tem uma igreja conhecida por cinema. Em Bad Ischl percebi a herança da alta sociedade e, em St. Gilgen, peguei um teleférico para ver tudo do alto. Os passeios de barco dão outra perspectiva das montanhas.
Coisas que gostei:
- Teleférico para mirantes
- Passeios de barco
- Cafés e padarias locais
Hallstatt e a Mina de Sal
Visitei Hallstatt, Patrimônio da Humanidade, com casas na encosta e vista especial para o lago. Fui à mina de sal e subi no funicular — uma alternativa ao longo caminho a pé. Dentro da mina há túneis, esculturas e muita história sobre a extração do sal. Hallstatt é um daqueles pontos que entram naturalmente em listas de cidades históricas da Europa.
Atenção: se tem pouco tempo ou não gosta de subidas longas, prefira o funicular.
Salzburg e Hellbrunn
Em Salzburg senti a música por toda parte — a ligação a Mozart é forte e a casa-museu é parada obrigatória. O Palácio Hellbrunn tem fontes com truques divertidos e jardins agradáveis. A fortaleza e a catedral também merecem visita; a cidade combina cultura e natureza de forma harmoniosa.
Werfen e a Eisriesenwelt
Em Werfen visitei a Eisriesenwelt, caverna de gelo impressionante. A trilha exige preparo: use teleférico e esteja em forma para caminhar. A caverna mistura gelo e calcário, com passagens estreitas e salões amplos. Vá com roupas quentes.
Zell am See, Kaprun e a Represa
Em Zell am See apreciei o lago e as montanhas; a cidade tem hotéis charmosos. Em Kaprun a represa mostra como a água das montanhas abastece a região — mirantes oferecem vistas lindas. As estradas secundárias revelam vilarejos floridos e pequenas cascatas.
Esses trajetos são ideais para quem gosta de combinar paisagens e fotografia (roteiros fotográficos).
Cachoeiras de Krimml e a Fábrica Swarovski
As cachoeiras de Krimml são grandiosas — o som da água e a névoa nas trilhas são impactantes. Na fábrica e museu da Swarovski vi exposições e esculturas de cristal (não é permitido filmar dentro). A nuvem de cristais e as peças gigantes impressionam e combinam arte e técnica.
Innsbruck
Terminei em Innsbruck, onde a Hofkirche tem esculturas de bronze marcantes e o panorama da batalha (pintura 360º) conta uma história épica. A cidade tem mercados, cafés e arquitetura alpina. Ficar pelo menos três noites permite explorar com calma.
Minhas dicas práticas para Innsbruck:
- Fique pelo menos três noites.
- Veja a Hofkirche e o panorama.
- Caminhe pelo centro histórico.
Para planejar deslocamentos na Áustria e horários de trem, confira as informações oficiais sobre trens e bilhetes.
Eu sempre digo que a Áustria é um grande e belo jardim. Me apaixonei por muitos cantos.

Considerações Finais
Fecho esta viagem com memórias vivas: palácios, lagos e cidades que parecem saídas de um conto. Guardo fotos, sabores e sons — da água e da música. Um ponto prático: compro ingressos e bilhetes de trem com antecedência (uso o app ÖBB e conselhos de viagem de trem na Europa e como viajar de trem pela Europa). Leve cartão e um pouco de dinheiro vivo; reserve restaurantes nos pontos mais turísticos.
Para economizar e planear melhor, sigo guias sobre como planejar uma viagem do zero, como viajar barato pela Europa e dicas para economizar em hospedagem e passagens aéreas.
Recomendo andar com calma, experimentar comidas e conversar com moradores.
Conclusão: A Áustria Que Poucos Brasileiros Conhecem
Fecho este roteiro com a sensação de ter guardado um álbum de memórias no bolso. Vi palácios, lagos cristalinos, mosteiros e bibliotecas cinematográficas. A maior lição: a Áustria é muito além de Viena, Salzburg e Innsbruck — é um mosaico de vilarejos, estradas secundárias e surpresas.
Planejamento faz diferença: compre ingressos com antecedência, durma pelo menos três noites nas cidades grandes e leve roupas em camadas. Vá com calma, prove tudo e deixe a paisagem entrar devagar.
Se quiser ver o roteiro em vídeo e acompanhar mais dicas, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=m3M-X1HIzHM
Para mais leituras, visite tudo sobre a Europa.
Perguntas frequentes
Pequenas cidades, lagos cristalinos, mosteiros escondidos, bibliotecas barrocas e minas de sal. Muitas paisagens alpinas e estradas secundárias cheias de charme — muito além de Viena, Salzburg e Innsbruck. Para contexto sobre o valor patrimonial de lugares como Hallstatt, veja a informação do Patrimônio Mundial sobre Hallstatt.
Com 5 noites dá para um giro rápido. Com 7–10 dias você aproveita com calma.
Carro é o mais prático; trem ônibus também funciona. Muitos pontos exigem teleférico, barco ou curta caminhada — veja opções de transporte e trem em viagem de trem na Europa.
Verão para lagos e trilhas; inverno para paisagens nevadas. Cavernas de gelo e bibliotecas podem ser visitadas o ano todo. Cachoeiras costumam estar mais cheias no verão.
Reserve entradas com antecedência, leve calçado confortável e roupas em camadas, tenha um pouco de dinheiro vivo e experimente o vinho local e as tortas típicas. Para quem viaja sozinho, vale conferir orientações de viagem solo.


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